Lua entra em fase crescente nesta terça (27); confira o calendário de janeiro de 2026

A Lua apresenta-se em fase crescente nesta terça-feira, 27 de janeiro de 2026. Nesse estágio, o disco lunar volta a receber iluminação parcial do Sol após o período de Lua nova, marcando o avanço rumo à plenitude que será alcançada na próxima Lua cheia.

Fases principais de janeiro de 2026

O ciclo lunar, conhecido como mês sinódico, dura em média 29,5 dias. Para janeiro de 2026, os momentos centrais do ciclo estão definidos da seguinte forma:

• Lua cheia: 3 de janeiro, às 07h02.
• Lua minguante: 10 de janeiro, às 12h48.
• Lua nova: 18 de janeiro, às 16h51.
• Lua crescente: 26 de janeiro, às 01h47.

A fase registrada hoje é, portanto, a primeira Lua crescente do ano, iniciada na madrugada do dia 26 e já visível em todo o território brasileiro ao anoitecer de 27 de janeiro.

O que acontece em cada etapa do ciclo

A variação de luminosidade resulta da posição relativa entre Terra, Lua e Sol. Na Lua nova, o satélite alinha-se entre Terra e Sol, tornando-se invisível a olho nu. A fase crescente exibe parcela iluminada em expansão. Quando o lado voltado para a Terra recebe iluminação total, ocorre a Lua cheia. O ciclo encerra-se com a Lua minguante, quando a área visível diminui até o retorno à Lua nova.

Efeitos sobre marés e ecossistemas

A gravidade lunar influencia diretamente os oceanos. Durante as fases crescente e cheia verificam-se as chamadas marés vivas, caracterizadas por amplitude maior entre preamar e baixamar. Além das águas, a intensidade da luz interfere no comportamento de organismos marinhos e de espécies noturnas. Estudos apontam respostas específicas em corais, moluscos, tartarugas e aves migratórias, cujos ciclos biológicos se ajustam à luminosidade progressiva da Lua crescente.

Dados astronómicos essenciais

Único satélite natural da Terra, a Lua possui diâmetro correspondente a cerca de um quarto do terrestre, medindo aproximadamente 3.474 km. A distância média até o nosso planeta situa-se em torno de 384.400 km, mas varia conforme a órbita elíptica: no perigeu, aproxima-se de 363 mil km; no apogeu, pode atingir 405 mil km.

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Imagem: NewsUp Brasil

Outro ponto é a rotação síncrona. O satélite leva o mesmo tempo para girar em torno do próprio eixo e para orbitar a Terra, razão pela qual a mesma face permanece visível. A região oposta, chamada informalmente de “face oculta”, também recebe luz solar, mas só é acessível por sondas espaciais.

Variação de aparência entre hemisférios

O lado iluminado da Lua crescente muda de orientação conforme o hemisfério do observador. No Hemisfério Sul, a parte clara surge voltada para a esquerda; no Hemisfério Norte, para a direita. A discrepância resulta do ângulo de observação, sem alterar o fenômeno físico subjacente.

Influência sobre o ser humano

A atração gravitacional exercida pela Lua impacta significativamente as massas de água, mas não há evidências científicas de efeitos diretos sobre humor, saúde ou comportamento humanos. Pesquisas continuam a investigar possíveis correlações, porém, até o momento, qualquer relação permanece sem comprovação.

Com a Lua em fase crescente, observadores dispostos a monitorar o céu noturno podem acompanhar a expansão gradual da luminosidade até a Lua cheia de 3 de janeiro. Condições meteorológicas favoráveis e locais com baixa poluição luminosa proporcionam a melhor experiência de observação.

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